O poder da Palavra de Deus cumpre em nós com o propósito de salvação. A mensagem da Bíblia destina-se se a toda a humanidade, pois a revelação de Deus em Cristo procura evidenciar e divulgar a retidão do Reino de Deus em meio a um mundo injusto.

A maior de todas as declarações de amor diz respeito a Jesus: “Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16).

Jesus Cristo é o remédio para toda aflição, dor e sofrimento. Ele é o Senhor (Filipenses 2.10-11). Seu nome está acima de todo o nome porque Ele é Senhor e Cristo, no céu, na terra e em baixo dela. Ele morreu para nos redimir de nossos pecados, ressuscitou dentre os mortos e está a direita de Deus.

Está é a maior prova de amor de Deus para conosco. Por isso, em Jesus Cristo somos salvos, libertos e livres de toda condenação. Com Ele somos sempre mais que vencedores em todas as áreas de nossas vidas.

Experimente do que Jesus pode fazer por você. Ele veio ao a o mundo para te dar vida e vida em abundância (João 10.10). Receba-O em sua vida, em sua casa. E “a Ele sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre”. (Apocalipse 5.13).

E uma vez reconhecendo Jesus como nosso Senhor, o que primeiro nos desafia é a olhar para dentro de nós, a reconhecer quem somos e então buscarmos uma nova significação da vida. Contudo, como não somos indivíduos isolados, ao seguirmos Jesus, aprendemos a relativizar, não apenas nossos vínculos de pertencimento, mas também nossos usos e costumes. Assim, o evangelho também nos ensina sobre o real sentido e a importância da família e nos acrescenta uma família maior, que é a família da fé.

Deus quer fazer parte da sua vida e atender suas preces e orações.

A Palavra de Deus que diz: “Eu estava pronto para atender o meu povo, mas eles não pediram a minha ajuda; estava pronto para ser achado, mas eles não me procuraram”. A um povo que não orou a mim, eu disse: – “Estou aqui, estou aqui” (Isaías 65.1).

Certas conquistas, certas vitórias, certas plenitudes, certos regozijos – só se alcançam com a ajuda da oração. Eu pedi a Deus, o Senhor, e ele me deu o que pedi!” (1Samuel1.27). Deus ouve nossa oração. A Palavra de Deus em Thiago, diz que “a nossa correria, a nossa agitação, o nosso nervosismo, as nossas brigas, o nosso afâ não nos levam a nada” (Tg 4.2). Só Jesus Cristo é o remédio para toda aflição, dor e sofrimento. Ele é o Senhor (Filipenses 2.10-11). “Espera no Senhor, confia Nele e tudo mais Ele fará por você!” (Salmos 37.7)

 

Rev.Geraldo Sena

Outro dia, Armindo Trevisan, doutor em filosofia e professor de história da arte na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, fez um alerta fabuloso: “Não deveríamos olhar tanto para trás como para frente, visto que é no porvir que se situa a nossa felicidade completa… Vale a pena abrir à vida um crédito ilimitado. Ela pressupõe mais surpresas do que a nossa imaginação nos apresenta” (“Cidade Nova”, janeiro de 2015, p. 45).

Quinhentos anos antes de Trevisan, Martinho Lutero escreveu: “A nossa noss a natureza humana gasta toda a sua energia procurando coisas fugazes deste mundo, mas não aguarda as alegrias da vida eterna. Nada pode ser mais certo do que a vida eterna. Por estarmos tão absortos nos interesses deste mundo, pouco nos importamos com as riquezas da vida eterna” (Somente a Fé, p. 155).

Mil e quinhentos anos antes de Lutero, porém, o apóstolo Paulo declarou aos romanos: “Estou absolutamente convencido de que os nossos sofrimentos da vida não são em nada comparáveis com a glória vindoura” (Rm 8.18).

Estamos fazendo pouco caso das riquezas da nossa fé. Sofremos muito mais do que é necessário. Por falta de conhecimento, por falta de convicção, por falta de esperança. Esse é um problema tão antigo a ponto de Paulo confidenciar aos efésios: “Oro para que seus corações sejam inundados da luz, a fim de que vocês possam conhecer a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança que ele prometeu ao seu povo” (Ef 1.18, BV). Precisamos olhar para cima, olhar para frente, olhar para a glória futura, olhar para os bons tempos que estão para vir, olhar para a escatologia cristã, olhar para “as coisas maravilhosas que Deus preparou para aqueles que amam o Senhor”, coisas que “olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou” (1 Co 2.9).

Entre essas coisas maravilhosas e absolutamente certas estão:

– “A volta pessoal e visível de Jesus”, conforme ele prometeu. Todos os povos da terra verão o Senhor descendo das nuvens, com poder e muita glória (Mt 24.30).

– “A ressurreição dos mortos”, que faz parte do acervo doutrinário do cristianismo. A ressurreição dos mortos é tão certa e importante como a ressurreição de Jesus. Se uma não existe, a outra também não. A não ressurreição tanto de Jesus como dos mortos causaria a demolição de tudo (1Co 15.12-19).

– “A transformação dos vivos”, que acontecerá tão instantaneamente como um simples abrir e fechar de olhos. A Bíblia explica: “Nem todos vamos morrer, mas todos nós vamos ser transformados”. Será um acontecimento concomitante com a ressurreição: “Quando tocar a última trombeta, os mortos serão ressuscitados como seres imortais, e todos nós seremos transformados, pois este corpo mortal precisa se vestir com o que é imortal; esse corpo que vai morrer precisa se vestir com o que não pode morrer” (1Co 15.21-53).

“Os novos céus e a nova terra”, pois a obra de Deus ficaria incompleta e prejudicada sem essa
mudança do meio ambiente. No dia estabelecido por Deus, os céus e a terra que agora existem “serão destruídos com fogo, e tudo que há no Universo ficará derretido” (2Pe 3.12). Porém, de acordo com a promessa de Deus, “nós estamos esperando um novo céu e uma nova terra, onde tudo será feito de acordo com a vontade dele” (2Pe 3.13).

“Os tempos difíceis de hoje não podem ser comparados com os bons tempos que virão!”.

Fonte: http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/355/os-sofrimentos-de-hoje-e-a-gloria-do-porvir

Por que algumas pessoas parecem nunca crescer no Senhor?

Por que algumas pessoas oscilam de uma calamidade para outra, sem jamais conseguir ultrapassar o nível da sobrevivência? Por que raramente, se é que isso chega a ocorrer, experimentam a alegria do Senhor? O progresso espiritual? Um relacionamento mais íntimo com Ele? A liberdade para agir na área de seus talentos? Por que não podem avançar para os propósitos e o destino que Deus tem para elas?

A resposta, creio, está na palavra “rendição”, ou “entrega”. Essas pessoas não se renderam completamente a Deus. Não tornaram Jesus Cristo o verdadeiro Senhor de sua vida. Entregar tudo significa dispo-se a dizer: “Senhor, o que quer que eu faça, farei. Concordo com qualquer coisa que me pedires, mesmo que isso importe em morrer para mim mesmo e para meus anseios. Desistirei das coisas que minha carne deseja a fim de ter mais de Ti em minha vida. Irei à igreja mesmo que tenha vontade de ficar em casa. Jejuarei quando sentir ímpetos de comer. Orarei quando preferir ir para a cama. Lerei a Palavra quando desejaria assistir a TV. Ofertarei quando meu desejo seria gastar o dinheiro comigo. Louvarei e adorarei como minha primeira reação, e não como meu último recurso. Farei tudo o que disseres para que possa eu possa agradar-te e receber tudo o que tiveres para mim”.

Essa atitude de entrega significa colocar Deus em primeiro lugar e submeter-se a seu governo. Isso faz toda diferença em nossa vida. Jesus é o Senhor, quer o declaremos quer não. Isso porque “Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Fp 2:9-11). Ele, porém, não é apenas Senhor do universo, é também Senhor de nossa vida. O reconhecimento ou não desse fato determinará o sucesso e a qualidade de nossa vida.

Você se lembra dos antigos filmes de faroeste em que o mocinho, ao prender o bandido, apontava-lhe a arma e dizia: “Mãos para cima”? O homem mau, então, deixava cair tudo, levantava as mãos e declarava: “Desisto”. Esse é o tipo de rendição que Deus requer. Só que você não é o homem mau, e Deus não lhe está apontando uma arma. Ele lhe está apontando o dedo, não para acusá-lo ou para embaraçá-lo. Aponta para você com amor, como o faria se o escolhesse para a sua equipe. Está dizendo: “Ouça, quero você! Renda-se a mim para que possa dar-lhe tudo o que tenho guardado para você”.

Se deixássemos cair tudo e disséssemos. “Desisto, Senhor. Rendo-me. Toma tudo. Farei o que disseres”, nossas vidas melhoraria em todos os aspectos. Uma vida de entrega, governada inteiramente por Deus, é aquela que pode ser usada poderosamente para os propósitos de Seu Reino. Deus não quer apenas uma parte de você. Ele quer você por inteiro. Ore para que possa dar a Deus tudo o que Ele deseja.

Autor: Stormie Omartian

Em um domingo destes, eu estava almoçando com minha esposa em um restaurante e na mesa ao lado sentou-se uma família — um casal com dois filhos adolescentes. Como sou um observador, reparei que rapidamente todos se assentaram e cada qual puxou do bolso um smartphone e começou a teclar. Só se deram conta de ler o cardápio muito tempo depois e, logo que fizeram os pedidos, voltaram a seus aparelhos, permanecendo envoltos em seus próprios mundos virtuais durante toda a refeição.

Essa cena me fez pensar sobre o impacto da mídia – refiro-me a todas as expressões midiáticas: redes sociais, internet, televisão etc. — nos relacionamentos familiares. Não são poucas as queixas que nos chegam ao consultório a respeito de filhos que já não interagem com a família. Também há queixas de cônjuges que veem o companheiro disperso em um mundo virtual ou televisivo e resumem o diálogo conjugal a expressões monossilábicas.

Esta era eletrônica é, sem sombra de dúvida, sedutora, pois veicula a informação a uma velocidade espantosa. Mas de que forma esse modelo interacional virtual pós-moderno afeta os relacionamentos familiares? Por que existe a necessidade de tanta informação superficial em tempos quase instantâneos? Por que existe a necessidade de exposição de detalhes da vida pessoal para um público cada vez mais impessoal?

Creio que essa necessidade de tornar público cada detalhe da própria vida, tirando selfies a cada momento ou postando fotos do que está comendo, traz em si o desejo de se sentir amado. Afinal, se as pessoas “curtem” o que estou fazendo, é porque elas gostam de mim.

A necessidade de informação vem da fantasia de que informação é sinônimo de poder. Em alguns âmbitos, como na política, essa premissa é verdadeira, mas, no cotidiano, ter muita informação, especialmente a superficial, não “empodera” ninguém.

Por fim, o maior impacto deste modelo interacional dentro da família é que ele leva os membros da família a um “ensimesmamento”, um mundo paradoxalmente fechado aos que estão próximos e aberto ao público em geral. Esta superexposição da vida de forma tão superficial também traz consigo o descompromisso com o outro — se um amigo postar uma foto em que aparece embriagado, eu posso apenas curtir ou dizer “wow”. Mas não tenho o compromisso do diálogo sério e profundo a respeito das consequências daquela conduta para a vida dele. Afinal, no modelo individualista, cada um é autossuficiente e não existe a ideia de comunidade!

De forma alguma sou contra a tecnologia, mas penso que a moderação em todas as coisas é padrão de saúde. É preciso resistir à sedutora proposta midiática, que nos isola e egocentriza, aprendendo a usar a tecnologia com sabedoria e prudência, lembrando que o domínio próprio é fruto do Espírito Santo (Gl 5.22).

Fragmentos do artigo de Carlos “Catito” e Dagmar – casados, psicólogos e terapeutas de casais e de família. Disponível na integra no site www.ultimato.com.br